Esclarecimento sobre o local do River 2017!

Saudações riverianos….a todos riverianos, e quando falamos de todos, são todos mesmo!
Pois estamos falando desde o primeiro River Rock festival. Para isso, vamos para o ano de 1999. A lembrança de tempos tão longínquos é o fato de termos ainda lendários falando sobre locais do River.

– Ahhh no CTG é bem melhor…

Pois bem… Vamos falar de todos os lugares e também de datas do River.

Em sua primeira edição fora da sua data convencional foi feito no mês de novembro, isso acho que ninguém lembrava.

E no lugar saudoso do CTG. Porém para as próximas edições, na época, recebemos do cosmos a data do mês de agosto. E assim foi feito.

Já em sua terceira edição fizemos na área do motodromo tudo muito louco e diferente… Mas não resistimos e voltamos ao local de origem.

 

E por várias edições lá estava o River no CTG. Outra coisa que ninguém lembra… Ou será que lembram??? A singular Edição Extra do River. Foi após a quarta edição onde pela primeira vez o evento não tinha dado prejuízo. Em comemoração a isso fizemos a edição Extra que coincidiu com o evento do nosso amigo Bob de Dona Ema. E o que fazer pra resolver esse impasse? Simples, fizemos a edição Extra e quem teve energia sobrando foi de boa num ônibus que fretamos direto pro Bob rock. Quanta loucura e energia, lá foi a galera em peso do River para o Bob…. Passados outras edições e a cada uma crescendo mais e mais o River veio tomando corpo, sem levarmos prejuízo, porém sem ganharmos também. Era o famoso trocar seis por meia dúzia.

Só depois da sétima edição o River veio a se profissionalizar em um nível que o próprio evento exigia, foi aí a troca do local saindo do CTG para os polêmicos pavilhões (na época um só) o confronto da terra contra o concreto.

A tenda contra o pavilhão. Mas, o fato é que a mudança que contrariou alguns (os nossos riverianos mais saudosos) agradou a outros (os novos riverianos), porém, o que mais pesou para a organização foi efetivamente o espaço, pois a partir de então o nostálgico CTG já não mais suportaria em tamanho de espaço físico e tão dificultoso também ficou o operacional, pois tínhamos que transportar bois do CTG para pastos locados, tirar cercas e relocar tudo novamente…

Em resumo: operacional inviável e capacidade de público esgotada. Restava-nos a óbvia troca definitiva para os pavilhões, área que até nos dias de hoje são utilizadas. Porém novamente orientados pelo cosmos nesse ano vamos quebrar mais um paradigma que se refere a data, saindo do já habitual agosto e indo para o inspirador setembro, que vem envolver uma independência musical (já que setembro é o nosso mês da independência) (por isso, o tema do nosso site e face são os cavalos, seres tão fortemente envolvidos em quase todos os processos de independência.

 

Para um bom observador, os cavaleiros e amazonas estão empunhando instrumentos musicais representando suas armas, armamento esse para sua conquista musical).

Uma independência de agregar finalmente a nova geração. Porém esse processo de independência não para por aí, pois ainda envolverá outros quesitos para as próximas edições do River, mas isso tudo, vocês riverianos, acompanharão no decorrer dos tempos, e quem sabe terão aqueles poucos que falarão: ahhh no CTG era massa…

Terão aqueles outros que falarão: ahhh no pavilhão era muito louco… E finalmente terão todos aqueles que irão falar: ahhh isso aqui é tudo! vida longa ao River! Mas isso será outra história… e o mais importante: história que será vivida por vocês, riverianos!!!